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sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Sushi Yassu

É simplesmente uma vergonha ainda não ter escrito sobre o Sushi Yassu aqui no blog. Isso porque frequentamos este restaurante praticamente toda semana. Sabe aquele lugar seguro, que você vai quando quer comer uma comida gostosa, confortável, que você já conhece? E que mesmo assim quer uma saidinha especial? Este é o Sushi Yassu para nós!

Geralmente os japoneses que aparecem aqui no blog se enquadram em duas categorias diferentes: lugares de comer sushi ou lugares de comer pratos quentes. O Sushi Yassu tem os dois, e com uma qualidade incrível. 


Em duas unidades, eles servem comida japonesa tradicional. Sushis muito bem cortados e enrolados, peixe de ótima qualidade. Os pratos quentes com um tempero incrível. Ainda não fomos conhecer a unidade da Liberdade, então o que postamos aqui se refere à unidade 'Paulista / Casual'. 


Primeiro de tudo, o sukiyaki. É definitivamente o sukiyaki com melhor tempero de São Paulo. Simplesmente imperdível. Caso só você queira comer o prato (não dá para pedir o sukiyaki na panela na mesa, que serve de 2 a 3 pessoas), peça o donburi, 'sukiyaki don'. Olha só:





É enorme, dá pra comer e ainda levar a marmitinha. O mesmo vale para o 'katsu don' que os garçons de lá dizem ser o carro-chefe da casa. 






A segunda coisa interessante é o Festival. O restaurante é dividido em duas partes. À esquerda, o salão à la carte, tradicionalmente decorado, ambiente muito gostoso. À direita, o salão do festival, bem menos aconchegante, com mais cara de rodizião. Nele, um buffet enorme, come a vontade a um preço fixo de uns R$60. Sim, pode parecer meio caro perto da oferta de rodízios de sushi a R$30 da cidade, mas vai por mim, vale a pena. No Sushi Yassu você come atum de verdade, salmão de verdade, ostras, camarões, ovas... e todos os quentes! Sukiyaki (olha ele também no Festival!), guiozas, anchovas grelhadas, shimeji e tudo mais. 

Você também pode comer sushi na parte à la carte do restaurante, tem um cardápio ótimo. Mas é, obviamente, muito mais caro. 


Definitivamente são duas experiências bem diferentes. Recomendamos, na primeira vez, o à la carte e seus sukiyakis, domburis, yakizakanas, udons, lámens... 


Prometemos rechear o post com mais fotos em breve!


Endereço:
Rua Manoel da Nóbrega, 199/209 - Paraíso mapa Endereço da Liberdade no site.
Fone: (11) 3288-2966
Horário: Pelo que sabemos, de segunda a segunda, almoço e jantar.
Preço: De R$30 a R$60 por pessoa (média: R$45)
Site: www.sushiyassu.com.br

domingo, 9 de maio de 2010

Lamen Kazu

Todo mundo conhece o lamen, macarrão japonês que ficou eternizado em forma de miojo. Mas calma que a coisa aqui não tem NADA a ver com miojo.

Essa casa, dos mesmos donos do delivery Bistro Kazu, é especializada em lamen, assim como diversas outras casas da Liberdade. As opções tradicionais são todas feitas em caldo quente, à base de shoyu ou de missô, muito adequadas para noites frias. Eles também tem algumas opções do macarrão gelado, para os dias de verão.

Os lamens com caldo à base de shoyu geralmente tem um sabor mais suave, enquanto os de missô agradam aqueles que gostam de um sabor mais intenso, um pouco mais salgado. É fácil de ver a diferença pelas fotos. Enquanto o Shoyu Lamen tem o caldo quase transparente...


... o de missô tem um caldo mais consistente:




Ambos são uma delícia, suaves e leves como quase tudo que a culinária japonesa nos oferece.

A casa é muito bonitinha e bem iluminada, mas também é pequena. Nossa visita foi num domingo à noite, e estava bem tranquila, mas imagino que nos almoços de sábado fique cheia, como a maioria dos sushis, bentôs, lamens, sobás, feirinhas e tudo mais que tem naquela região.

Dica final deste post: não coma miojo. O treco tem 380 calorias e 83% do sódio que você precisa em um dia. Aproveite as dicas deste blog e seja muito mais feliz!

Endereço: Rua Tomáz Gonzaga, 51 - Liberdade mapa
Fone: (11) 3277-4286
Horário: Aberto todos os dias. Almoço das 11h às 15h. Jantar das 18h às 22h, exceto aos domingos, que fecha às 21h
Preço: Cerca de R$30 por pessoa
Site: www.lamenkazu.com.br

Tenda do Nilo

A primeira coisa que você precisa fazer antes de ir no famoso restaurante árabe, em um almoço de sábado, é olhar no relógio. Se for depois do meio-dia e meia, esqueça, ou prepare-se para esperar pelo menos 40 minutos. A pequena casa, de só 25 lugares, dá motivos para acordar cedo.

A primeira dica é o kibe frito, que a Dona Habibe (nosso apelido carinhoso para a Dona Olinda, uma das donas) sempre recomenda aos clientes novos. Ele tem um recheio bem molhadinho, cheio de cebolas, um ótimo começo. As esfihas de carne (só fechadas) também são ótimas, com bastante gostinho da pimenta síria.

A dica de prato principal é o Fatte (pão árabe torrado, carne com grão de bico, coalhada fresca, alho e castanha fritos na manteiga), um prato bem diferente do que estamos acostumados nos árabes por aí.




Enquanto espera, entretenha-se tentando acreditar como 3 pessoas (entre elas a outra dona, irmã da Dona Habibe, chama-se Xmune) conseguem, espremidas, fazer os pratos numa cozinha MINÚSCULA. Peça sem medo qualquer dos itens mais conhecidos do cardápio: Falafel, charutinhos ou o ótimo trigo com costela. Se for sua primeira vez, não gaste a barriga com as pastas, o resto é bem melhor.

E de sobremesa, a muito premiada Mil e Uma Noites, uma sobremesa muito diferente de tudo o que você já comeu. É um bolo de semolina, com muito creme e água de flores. Peça um para dividir, pois é bem grande! Vale as calorias.

Outras dicas muito importantes: se você não tem Visa débito, leve dinheiro. A casa não aceita nenhum outro cartão e nem cheque (nem adianta chorar). E tente ir sem carro, é péssimo de estacionar nos arredores e, óbvio, não tem estacionamento.

Endereço: Rua Cel. Oscar Porto, 638, esq. com a R. Abílio Soares - Paraíso
mapa
Fone: (11) 3885-0460
Horário: seg à sex 12h às 15h30, sábados 12h às 15h45
Preço: cerca de R$ 35 por pessoa
Site:
http://www.tendadonilo.com.br/

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Mugui

É, percebe-se que gostamos MUITO de comida japonesa. E sempre que algum amigo vem pedir dicas de restaurantes japoneses (de verdade), eu pergunto:

- Quer comer sushi ou pratos quentes?

Quando a segunda opção é escolhida, eu abro um sorriso e não hesito: Mugui. Tenho um laço afetivo com esse lugar faz algum tempo. Meu avô adorava almoçar lá e acabou ficando amigo do falecido "Seu Anésio", dono da casa. Hoje, quem toca o negócio e mantém o padrão é a mulher dele. Me enche de alegria ver bom movimento por lá sempre que apareço.

A comida tem um tempero muito caseiro e uma simplicidade cativante. O cardápio tem pratos pra todos os gostos e principalmente, pra todas as estações. Mas lembre-se: não existe peixe cru por lá!

Nessa época de calor, as boas pedidas são o Hiyashi Chuka - um macarrão servido gelado num caldo super leve à base de shoyu - e o meu preferido, abaixo:




O Zaru-Ten é um macarrão macrobiótico servido frio ou à temperatura ambiente com um caldo um pouco mais temperado, acompanhado de uma porção de tempurá que você mergulha no mesmíssimo caldo do macarrão. Você pode acrescentar se desejar, cebolinha, nabo ralado, gengibre e wasabi ao caldo. Sempre que peço, deixo sobrar um tanto do macarrão e do caldo e guardo pra comer gelado na manhã do dia seguinte. É acordar de bom humor na certa!

Quando o clima está mais frio, a coisa até melhora! O "Care Raissu" (jeito japa de falar curry-rice) deles é bem recomendado pra quem curte o sabor do curry. Servido com arroz, fukujinzuke (uma conserva de legumes adocicada) e um ovo frito.



Este é delicioso! é o Niku Domburi, uma tigela com arroz embaixo e carne com legumes num molho em cima.

E pra quem quiser ficar no macarrão o ano todo, o Yakisoba deles é, segundo meu irmão, o melhor de São Paulo. Sem falar no Nabeyaki Udon (macarrão de arroz com lombo de porco, ovo, legumes e tempurá, num caldo suave), que esquenta até a alma.

O Mugui definitivamente é um lugar que eu poderia almoçar todos os dias. Nunca deixe de pedir o inigualável Gyoza de entrada e o pavê de sonho de valsa de sobremesa! Esse último vez ou outra ta em falta, mas vale perguntar por ele.

O Mugui fica no mesmo prédio e exatamente em frente ao Sukiyaki House, que já sugerimos anteriormente.

Endereço: Rua da Glória, 111 - 1º andar - Sala 11 - Mapa
Fone: 11 3106-8260
Horário: Seg a Sáb, almoço até 14h30 e jantar até 22h
Preço: R$ 25,00 por pessoa
Site: Não possui

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Restaurant Week 2009 #7 - Porto Rubayat

Infelizmente, foi a prova do que dissemos no post anterior. Ao invés de criarem um menu, pensarem em algo legal pro festival, promover a experimentação, eles fizeram um buffet. Me senti como em um dos restaurantes por quilo que como todos os dias pelo Itaim.

A comida? Muito boa! Tinha um atum marinado maravilhoso e um salmão defumado divino também, mas não passou muito disso. Abobrinha temperada, salada de berinjela e um interessante confit de atum com tomate e abacate.

Os quentes deixaram bastante a desejar. A paella estava insossa (perdeu feio pra Paella's Peppe) e o macarrão com tinta de lula estava duro. Havia mais opções que talvez nos surpreendessem quando fôssemos pegar o segundo prato, mas não foi possível.

É óbvio que todo mundo queria pagar 30 reais pra comer numa das melhores casas de frutos do mar de São Paulo. O resultado foi esse:




A fila continuava à direita da foto até a parede do restaurante (isso por volta de meio dia e meia). Só nos restou ir para a mesa de sobremesa, repleta de frutas, um docinho de amêndoas sem graça e um maravilhoso pudim de leite, que gerou toda uma enquete na mesa pra ver se a preferência era por pudins "lisos" ou "com furinhos".

A experiência como um todo não passou de nota 6. Muita demora pra pegar a comida, ainda mais em pé. Nenhuma vantagem em ser buffet, já que é impossível repetir por causa da fila. A menos que você faça 2 horas de almoço. A solução seria perder a vergonha e fazer o "prato de pedreiro" (sem ofensas :P) que estamos acostumados quando vamos no quilinho da esquina.

Veja as informações do Porto Rubayat no Restaurant Week aqui.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Restaurant Week 2009 #6 - Obá

Este post foi gentilmente escrito pela amiga Bel Furtado!


No último Restaurant Week eu conheci o Obá. Não me lembro mais do prato que pedi, mas o que ficou na memória era a lembrança de um bom restaurante, com bons pratos. Por isso, quando um grupo de amigos me chamou para ir lá, não pensei duas vezes. Mesmo queimando uma noite do evento com um restaurante repetido, aceitei o convite e fui animada.


Cheguei lá cansada do trabalho, do calor e do metrô. Pedi uma cervejinha e logo meu humor já se transformou. O ambiente do restaurante é lindo, cheio de estampas, meias-luzes, florzinhas, enfeitinhos regionais. Lindo mesmo!




O garçom, meio frenético, meio perdido, chegou rapidinho para anotar o nosso pedido. Escolhi a entradinha chamada Tostada de pollo pibil. Como o próprio site oficial da Restaurant Week explica, se trata de uma porção de frango desfiado assado com semente de urucum e cítricos, sobre uma tortilla crocante de milho com frijoles refritos, finalizado com escabeche de cebola. As entradas do cardápio do Obá, tanto esta quanto a outra opção, são preparadas para se comer com as mãos. Então, larguei mão da educação francesa e deixei até escorrer o molhinho pelo braço e pelo canto da boca. Além da diversão, o prato estava ótimo, bem latino.


Terminada a entrada, passamos para a escolha do prato principal. Dentre as duas opções do cardápio montado para o evento, não tive que pensar muito para decidir pelo Ragu de cordeiro, afinal, adoro carne de cordeiro. Esperei salivando. Quando o prato chegou, decepção. O ragu estava com uma textura esquisita, muito mole e meio aguado. A polenta que acompanhava estava também muito rala, quase uma sopa. Tive que fazer força pra não deixar muito no prato, mas mesmo assim, desisti bem antes do que o meu apetite normalmente permite. Adminto minha frescura com a textura dos alimentos, muito mais do que com o sabor em si. Por isso, o prato foi pra mim um verdadeiro suplício.



Finalmente veio a sobremesa. Chocólatra assumida, pedi a opção da mousse de chocolate com gostinho de cachaça e castanha do pará, coberto por uma calda de maracujá. Quando o prato chegou, achei que fosse amostra grátis, mas logo que pus na boca entendi as dimensões diminutas do quitute. Acredito que se tratava da sobremesa mais intensamente achocolatada que já experimentei. Em poucas colheradas já quase não podia respirar, meus dentes reclamaram e eu parti pra água.


A noite terminou assim, sem gostinho de quero mais. Mas, independente da experência grastronômica frustrada no Obá, tive um noite ótima, com companhias queridas e lindo ambiente.


Veja as informações do Obá no Restaurant Week aqui.

domingo, 8 de março de 2009

Restaurant Week 2009 #5 - Shintori

Sábado à noite, fomos ao imponente Shintori. Um restaurante enorme, super tradicional japonês, que logo de cara já impressiona, não só pelo tamanho, mas pela decoração e organização. Logo na entrada, um samurai recepciona os visitantes:



Sentamos no andar de cima, onde tínhamos uma vista panorâmica para o jardim. Só ele já valeu a visita:


Mas sim, a comida também era ótima. Demos uma olhada no menu convencional da casa e, de fato, o Restaurant Week vale bem a pena neste caso. Os combinados de sushi e sashimi tem preços astronômicos. O foco da casa deve ser mesmo os executivos e os turistas.


De entrada, escolhemos o carpaccio de carne com molho oriental. Bem diferente daquele congelado que estamos acostumados a comer em buffets, a carne, desmanchando de macia, vinha em cima de um pouquinho de nabo ralado com cebola, com umas pimentinhas deliciosas por cima.


Como prato principal, pedimos a Degustação Restaurante Week, que era composta de alguns sashimis de salmão e peixe branco, um salmão em crosta de gergelim, shimeji na manteiga, niguiris de salmão, quatro sushis de salmão e algo delicioso no centro, pareciam uns guiozas cozidos de frango com um molho ótimo. Quando chega parece pouco, mas saímos de lá bem satisfeitos.


E no Shintori, nada daquela embalagem de shoyu Sakura na mesa. Olha que mimo o potinho de shoyu:



De sobremesa, provamos duas opções. Primeiro o Doce Trio Sushi (bolinhos de arroz doce com gelatina de agar agar), lindos de ver, mas bem estranhos de comer. O arroz doce era bem parecido com aqueles que comemos nas festas juninas, mas a tal da gelatinha tem uma consistência bem estranha. Mas que é bonito, isso é.



A outra sobremesa foi o Bonsai (sorvete de creme, com biscoito de chocolate picado e calda especial). Ótima a idéia de colocar a flor em cima, pois realmente parecia um vasinho. Bem gostosinho, mas nada espetacular. Sorvete com calda de chocolate, não dá para errar.



Na saída, um dos garçons fez um tour com a gente pelo restaurante inteiro. Achamos bem interessante a sala dos teppans, com mesas que são grandes grelhas, onde o prato é preparado. Ficamos com vontade de voltar um dia para comer um teppan. Mas vamos economizar um pouquinho antes, porque o Shintori é daquele pra ir em ocasiões especiais. Por isso, aproveite o Restaurant Week para conhecer essa bela casa.


Veja as informações do Shintori no site do Restaurant Week aqui.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Restaurant Week 2009 #4 - Marcel

Ontem fomos conhecer o famoso Marcel, com a certeza de que aquele seria o ponto alto da nossa primeira semana de Restaurant Week. Pensando só na comida, realmente foi. Mas infelizmente, demos azar. Essa é a única forma de explicar o que aconteceu conosco lá.



Havíamos feito a reserva dois dias antes. Ao chegar na casa, o maitre nos disse que não encontrou nossa reserva. Um outro cliente passava pelo mesmo problema. De qualquer forma, ele disse para aguardarmos um pouco, pois ia arrumar uma mesa para a gente. Sim, ele arrumou a mesa, mas com certeza era a pior mesa da casa. Num canto, ao lado da entrada da cozinha, na passagem de todos os garçons, meio afastada do salão principal. Desta forma, todos os garçons ficavam sempre de costas para a gente, o que tornou o serviço bem complicado. Sem contar o passa-passa de funcionários e o barulho da cozinha e do caixa na nossa orelha durante todo o jantar. Sem exageiros, lembrou bastante uma cantina italiana.



Olha o salão, lá no fundo, a porta da cozinha à direita, os garçons entrando e saindo, sempre de costas...

Sentamos, pedimos uma água e ficamos esperando para que nos atendessem e trouxessem o cardápio. Esperamos, esperamos, esperamos 20 minutos. Cansamos e conseguimos chamar o garçom: 'Você pode trazer o cardápio, por favor?'.

Bom, pedimos pelo menu do Restaurant Week. Falando um pouco da comida que, sim, esta era impecável, tivemos:

Entrada, brandade de bacalhau e palmito pupunha, presunto cru e vinagrete de azeitonas pretas. Delicioso.

Pratos principais, uma truta, emulsão de alho porró com pétalas de abobrinha chamuscadas:



O outro foi um suflê de gruyère, macio, perfeito...



E de sobremesa, creme brulée de maracujá:



Enfim, comida impecável. Mas o serviço não foi condizente. Claro que eu já estava bem brava e reparando em qualquer picuinha para botar defeito, mas eles erraram até a ordem dos garfos na mesa:


Fiquei com vontade de voltar ainda neste Restaurant Week, pra ver se damos mais sorte numa próxima vez. Espero que eles leiam os cartõezinhos de sugestões, nos quais escrevemos um texto enorme, e tenham o bom senso de abolir aquela mesa do mapa do restaurante.

Veja as informações do Marcel no site do Restaurant Week aqui.

ATUALIZAÇÃO: Eles não só leram os cartões de sugestão, como nos mandaram um e-mail, lamentando o ocorrido e nos convidando para ir à casa novamente. Agradecemos a atenção do Marcel, e ficamos muito felizes por termos confirmado nossa tese: demos azar.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Restaurant Week 2009 #3 - Seraphini

Na terceira noite da maratona, fomos parar, meio por acaso, no Seraphini. E que surpresa mais agradável!

Ficamos sentados na varanda, seguindo a sugestão que o funcionário da casa nos fez quando ligamos para reservar. Realmente, é o lugar mais simpático da casa, com um jardinzinho e iluminação de velas.

O prato da entrada deu um bom cheiro do que estava por vir no ótimo jantar: uma saladinha de folhas, com carpaccio de kobe beef, que derretia na boca de tão macio (era a única opção do menu promocional). Começou tão bem que até decidimos pedir um vinhozinho para acompanhar (claro que optamos por taças avulsas, já que a carta de vinhos não era nada animadora para os nossos bolsos. Cada taça de um bom cabernet sauvignon chileno: R$ 15).


O problema do ambiente a luz de velas é que as fotos ficaram péssimas. Use a imaginação!


Vieram os pratos prinicpais: o meu, um Tortelini de Vitella com molho ao sugo, simplesmente delicioso. Uma massa fresca, leve, recheada no ponto, com um molho super saboroso.




O dele foi um Tagliatelli com ragu de camarão (por sinal, diferente do Bavetti verde que estava anunciado no site do Restaurant Week). De qualquer forma, não decepcionou. Servido num prato fundo gigante (parecia um balde, mas era charmoso demais!), uma porção grande e muito gostosa. Só não se deu muito bem com o cabernet sauvignon que o sommelier tinha nos indicado, mas já esperávamos por isso. Erro dele que não nos sugeriu um vinho para cada prato. Teríamos topado.




A sobremesa, na primeira garfada foi facilmente definida: apelação. Um doce de chocolate (casquinha crocante por cima), recheado de mousse de chocolate com um morango dentro. Chocolate + chocolate + morango. Impossível de errar. Mas hei de admitir, tava gostoso demais.


Sim, olha que tentação...


O Seraphini foi uma agradabilíssima surpresa. Ótimo menu, ambiente super romântico e atendimento nota 9,5 (não foi 10 porque o sommelier tinha que ter indicado outro vinho para o prato com camarões!!). Além disso, como não é dos mais famosinhos, estava bem mais vazio e tranquilo. Recomendo fortemente.


Veja as informações do Seraphini no site do Restaurant Week aqui.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Restaurant Week 2009 #1 - Tarsila

Começamos hoje a nossa maratona Restaurant Week, sofrendo para escolher alguns restaurantes dentre os mais de 100 que estão participando do evento. Vamos ter que concentrar nossas visitas nesta semana, já que a parte masculina do casal que vos escreve vai tirar dois dentes do siso na sexta-feira. Ou seja, segunda, terça, quarta e quinta de restaurantes!

Nosso primeiro escolhido foi o Tarsila, que chamou a atenção pelo menu criativo, com ingredientes muito interessantes.

O ambiente é bem típico de um restaurante de hotel (o Tarsila fica dentro do Hotel InterContinental): bem clássico e elegante, sem perigo de errar, mas muito aconchegante. Como sempre fazemos neste tipo de evento, cada um pediu um prato diferente, assim podemos experimentar todos os itens do menu (esta é uma boa dica!).

O couvert e a entrada eram frios, muito adequados à noite quase desértica de São Paulo neste verão. Misturas muito criativas, como o gateau de siri com guacamole picante (picante mesmo, para os paladares menos preparados), muito gostoso, mas um pouco enjoativo no final. A outra entrada, o crocante de presunto parma com figos caramelizados e rúcula ao vinagrete de limão siciliano também muito interessante, com o croc-croc do presunto contrastando com o figo macio.

Uma das entradas, o crocante de presunto parma com figos caramelizados e rúcula ao vinagrete de limão siciliano

Mas já nas entradas reparei que o chef do lugar se utilizava muito de um recurso que eu, particularmente, não sou muito fã: os toques adocicados nos pratos salgados. Eu, que não gosto de queijo com goiabada, nem de maionese com maça, não me dei muito bem no Tarsila. Fica a dica: se você for como eu, prefira as outras 99 opções de lugares do Restaurant Week.


Os pratos principais, muito bem servidos (um exemplo a ser seguido, pois já vimos muito miserê nos menus dos eventos passados), demoraram um pouco para chegar, visto que o lugar não estava nem metade cheio. Eu pedi o filé mignon ao molho de ostras com pupunha defumado, muito saboroso e diferente, mas (adivinhem), o molho de ostras era bem adocicado:



Ele pediu o linguado com banana da terra, mil folhas de espinafre e batata ao molho de limão cravo, também muito criativo mas que, na minha opinião, faltou um pouco de tempero...



As sobremesas chegaram, de comer com os olhos! Olha que coisa maravilhosa os macarrons com sorvete sabores da Amazônia:



Lindos, apesar de termos pensado um pouco sobre como comê-los, pois era bem difícil partí-los com a colher e o garfo. Decidimos que a melhor forma era abrir no meio, como fazíamos com as bolachas recheadas quando éramos crianças, e comer uma metade de cada vez. A minha sobremesa foi o zabaion com frutas vermelhas, surpreendente! Com um toquezinho de café, o biscoitinho crocante! Overdose de açúcar, mas muito saboroso!

A foto ficou horrorosa, mas acredite, é delícia!



Na saída, ainda batemos um papo com o garçom, que nos contou que a casa conta com um menu intermediário, servido no intervalo entre o almoço e o jantar. Além disso, eles também têm um menu degustação, que só de ouvir deu água na boca. Insistiram para que preenchêssemos a pesquisa de satisfação no final da refeição. Achei o máximo. Apesar de sermos clientes ocasionais (talvez de uma vez na vida), queriam saber nossa opinião.

Total: R$ 107,00 para duas pessoas, com dois sucos, uma água e couvert. Tá na média dos jantares Restaurant Week.

E este foi o nosso primeiro! Amanhã tem mais! E Viva o Restaurant Week!

Veja as informações do Tarsila no site do Restaurant Week
aqui.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Santa Clara Batataria

Adoro coisas com foco! Talvez por isso, ao ouvir falar de uma batataria, tenha ficado logo interessado. A princípio, imaginei um lugar com 300 tipos de batatas, preparadas de 300 jeitos diferentes. Como eu gosto de estar errado!!

A Santa Clara Batataria só faz 2 tipos de batata: a grande e a pequena!

Lá, só se serve este "hamburgão" recheado. Na verdade, é uma variação da batata suíça. Eles pegam as meninas, ralam, recheiam e fritam em imersão. Os recheios variam bastante. Se não quiser errar na pedida, vá de requijão com bacon. Pros mais ousados, cogumelos, camarão e carne seca são boas pedidas também!



Voltando às opções (grande e pequena), recomendamos fortemente ir com a pequena por dois motivos:
1. A pequena vem com uma salada (você escolhe entre 3 saladas e 3 molhos)!
2. A grande é fritura demais pra alguém que não nasceu nos EUA. E não vem com salada.

Obviamente, se você aguenta esse tanto de fritura, provavelmente não iria querer salada de qualquer jeito...

Em resumo: batatas crocantes e deliciosas, recheadas e acompanhadas de uma cervejinha. Atendimento bem atencioso, em geral feito por jovens garçons muito simpáticos. Ambiente agradável e, vez ou outra, com um jazz (piano e baixo) ao vivo. Vale muio a pena conhecer!

Endereço: Rua Áurea, 361 - Vila Mariana - mapa
Fone: 5575-9504
Horário: Seg/Sex - das 18h as 23h | Sab/Dom/Feriados - 12h as 23h
Preço: R$ 32,00 com bebida e serviço por pessoa.

Kiraku - Mais um Japonês

Sim, adoramos restaurantes japoneses. Ainda mais quando tem comida de qualidade, bom atendimento e preço justo. Esse é uma boa dica de lugar para almoçar pra quem trabalha nas imediações de Faria Lima X Juscelino, mas também abre aos sábados!

O Kiraku tem o que todo bom restaurante japonês tem: japoneses atendendo. Geralmente aquela senhorinha, ajudada pelas filhas. Já causa a primeira boa impressão. O lugar é pequeno e fica bem cheio nos almoços comerciais (principalmente após as 13h), mas vale a pena. Lá você tem duas opções: pedir um prato (um yakissakana (vulgo anchova grelhada), por exemplo), acompanhado de gohan e missoshiru, a um preço ótimo (uns R$ 17), ou encarar o buffet (R$ 30 nos almoços comerciais, R$ 35 nos demais horários).


Ah, o buffet. Diferente da maioria dos buffets, neste a comida está sempre fresquinha. Aliás, estou ficando cansada de rodízios de japonês que deixam os suhis prontos horas antes de servir. Estava até com saudade de comer um sushi fresco. Os pratinhos com os mais variados tipos de sushis são repostos a todo momento. Sim, se você for em um horário muito cheio talvez tenha que esperar um pouco, ou ficar de olho quando o sushiman liberar mais uma leva. Mas você comerá sushis frescos.


Ao lado dos sushis, rechauds com as mais variadas delícias fritas e gordurosas. Guiozas, shimeji, tempurás de camarão, anchovinhas grelhadas, de tudo. Dica importante: vá preparado para ficar com aquele cheirinho de gordura na roupa e no cabelo. É um ponto negativo, mas compensa!


Enfim, apesar de ter ido só uma vez, agora que aprendi o caminho certamente ficará na listinha dos lugares favoritos. Vale a pena conhecer.


Endereço: Rua Prof. Atílio Innocenti, 227 - Itaim Bibi - mapa
Fone: 3079-4345 / 3079-3746
Horário: Almoço e jantar. Fecha aos domingos.
Preço: Pratos 'comerciais' entre R$ 15 e R$ 20. Buffet à vontade entre R$ 30 e R$ 35.
Site: Não possui.

domingo, 26 de outubro de 2008

Bistro Kazu - Sushi e Bento Delivery

Nossa primeira dica exclusivamente delivery, o Bistro Kazu surpreende pela equação entre preço bom e qualidade. Todo mundo já conhece sushi, mas, para quem não sabe, o bento (lê-se bentô) é tipo um PF (prato feito) japonês. Uma série de itens vêm em uma bandejinha, basicamente composta de arroz japonês, um peixe ou uma carne e outros acompanhamentos.

Eles também aceitam pedidos em grande quantidade para festas e eventos (ou se você estiver com muita fome)

O Bistro Kazu conta com um cardápio bem amplo, dividido nas categorias: bento, macarrão (onde você encontra os yakissobas que você já conhece, mas também sobás e udons), donburi (basicamente um arroz e um acompanhamento, como carne, tofu ou, se você for ousado, enguia), sushis e sashimis e saladas.

Uma dica deliciosa é o yakiniku-don, um donburi de arroz com uma carne refogada e fatiada. Simples, delicioso e custa R$ 9,00. Os pedidos vem bem embalados, em embalagens muito simpáticas. Mas planeje-se: o tempo de entrega é geralmente de uma hora. Peça com antecedência para não morrer de fome. Eles entregam no almoço e no jantar, em horários rígidos (veja abaixo na descrição do serviço). Todo o cardápio está online (aleluia, adeus panfletos de restaurantes), e inclui preços. Você pode pedir o prato pelo código, caso encontre dificuldades de verbalizar coisas como toriteriyaki-don ou fique envergonhado de pedir um katsu-don.

Endereço: Rua Joaquim Távora, 302 - Vila Mariana mapa

Área de Entrega: Entre os bairros da Vila Mariana, Ipiranga, Aclimação, Liberdade e Jardim Paulista

Fone: 5575-4711 / 5084-4051

Horário (para pedidos): Segunda à sexta, das 8h às 19h30. Sábado, das 8h às 15h. Domingos e feriados, das 8h às 13h.

Preço: R$ 15,00 a R$ 20,00

Site: http://www.bistrokazu.com.br/

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Empório São Jorge

Sabe aquele domingo que você não está afim de cozinhar, muito menos de enfrentar restaurantes lotados e caros? Que tudo que você quer é uma comidinha aconchegante, rápida e gostosa, para poder voltar logo pro sofá? Aí vai uma boa dica.



O Empório São Jorge é um restaurantezinho árabe bem caseiro. Todos os dias, inclusive aos sábados e domingos, um buffet de pratos típicos frios e quentes é servido, pagando-se por quilo. A casa é bem tradicional, e além de ser restaurante também vende ingredientes e iguarias árabes. O lugar é bem simples, com poucas mesinhas apertadas, onde gente de todo tipo faz suas refeições. No final de semana é muito frequentado por pessoas de idade (ou seja, se tiver afim de azaração, não é o lugar ideal). A família inteira se reveza no atendimento, todos muito simpáticos. E a comida, uma delícia. Sem muitas surpresas, mas é aquele lugar seguro: não tem erro. Coalhada seca, homus, tabule, kibe cru, kafta, abobrinhas recheadas, charutinhos de uva e de repolho, tudo gostoso e quentinho nos rechauds. Não deixe de experimentar uma das sobremesas típicas depois da refeição, é só pedir no balcão.

A região do Paraíso tem ótimos restaurantes árabes, mas temos um carinho especial por este. Ótimo custo benefício, praticidade e bem gostoso. É tudo que a gente precisa em certos dias!

Endereço: R. Desembargador Eliseu Guilherme, 322, Paraíso - mapa
Fone:
3889-8449
Horário:
Segunda à sexta, das 8h30 às 20h. Sábado, das 8h30 às 19h. Domingo, 9h às 14h
Preço:
Cerca de R$ 20,00 um prato bem feito
Site:
Não possui

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Korea House - Churrasco Coreano

Vem chegando o friozinho e com ele, a temporada de comidas quentinhas e aconchegantes. Procurando não cair nos clichês de sempre (sem menosprezar os clássicos!), fui parar num restaurante coreano da Liberdade. Confesso que o longo, estreito e inóspito corredor de acesso me intimidou um pouco, mas ao chegar ao salão do restaurante, fui quase que obrigado a me sentar e experimentar o que quer que fosse preparado nos curiosos “réchauds” dispostos em todas as mesas.

Perguntei à garçonete o que é que se comia naquilo e ela respondeu “é o churrasco coreano”. É ele o grande destaque do cardápio. Não hesitei em pedir um.

O réchaud tem um formato semelhante ao de um chapéu chinês (daqueles meio cônicos), porém com as abas levantadas, formando uma canaleta. É nessa canaleta que é colocado uma espécie de caldo. Na parte cônica, mais em cima, é colocada a carne já temperada. Junto da carne, chegaram por volta de 10 potinhos, cada um contendo um coisa diferente. Conservas, batatinhas, folhas de alface, missô apimentado, broto de feijão, ovo, verdurinhas e mais varias outras coisas.

Obviamente, eu não fazia idéia de como proceder, portanto tentei observar os outros clientes. Um em particular me chamou a atenção. Coreano legítimo. Estava sozinho à mesa e, compenetrado em ler sua revista, não percebeu que eu fiquei copiando todos os seus movimentos.

Primeiramente, enquanto a carne fritava sobre o cone de metal, fui silenciosamente instruído a ir regando-a com o caldo da canaleta. Com a carne no ponto desejado, o moço pegou um pedaço de alface (sem o talo), e colocou na palma da mão. Um pouco de arroz, um pouco da carne direto do réchaud, um pouco do missô apimentado e algo mais que não consegui distinguir à distância, então, fui provando diferentes combinações aleatórias. Feito isso, fecha-se a alface como uma flor e TCHUM!! Tudo direto na boca. Nada de mordidinhas.

O gosto? Bem, carne muito bem temperada e levemente apimentada. Uma pontinha de missô, algo levemente adocicado no meio. Quente e frio juntos. O croc-croc da alface...

Difícil dizer, mas sem dúvida, muito gostoso. E especialmente diferente. Vale lembrar que a culinária coreana como um todo tende a ser bem apimentada, então, tudo que tiver cor avermelhada, dê uma provadinha antes.

Endereço: Rua Galvão Bueno, 43, Liberdade - mapa
Fone:
3208-3052
Horário: Fechado às quartas feiras
Preço: R$ 20,00 (meio churrasco, bebida e serviço)
Site: não possui

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Sukiyaki House

Creio que nem todos conhecem o Sukiyaki. É um prato bem tradicional da culinária japonesa, daqueles que os japoneses comem realmente. Porque todos sabem que sushi e sashimi não é o arroz-feijão deles. Enfim, o sukiyaki é como se fosse um ensopadão de legumes com carne, com um molho a base de shoyu e sakê. O modo de preparo é um dos diferenciais: o prato é feito na mesa do cliente. Primeiro vem a manteiga (ou a gordura animal, em alguns restaurantes), onde finas fatias de carne são refogadas. Então começam a ser adicionados os outros ingredientes: acelga, cebola, tofu, broto de feijão (moiyashi), cebolinha, cogumelos, ... Uma série de gostosuras naturais. No final vem o caldo, que interrompe a fritura e começa um lento cozimento. As folhas vão murchando na panela e o prato vai ficando pronto. Realmente uma delícia.


Imagem genérica (mas apetitosa) dos ingredientes crus. Fonte: Google Images


O Sukiyaki House é um especialista no prato (o nome já diz tudo). O restaurante fica num prediozinho na Liberdade, o mesmo do famoso Sushi Isao. O melhor de tudo: é incrivelmente barato. Um sukiyaki que alimenta generosamente duas pessoas sai por R$ 28,00. Especialmente gostoso nos dias frios, a melhor bebida para acompanhar é o chá (ban-chá), de graça. O restaurante tem um ambiente bastante simples e aconchegante, com um mix de orientais e ocidentais, típico da região. Sem frescurites.

Dicas:
1. É inevitável sair de lá com um cheirão de gordura (apesar de nada ser frito). Portanto, depois do jantar, passe em casa e troque de roupa.
2. Evite os almoços de sábado e domingo. A casa fica lotada com uma grande fila de espera. Prefira os jantares. (Só fecha de quarta-feira)
3. Nas primeiras vezes, peça para o garçom preparar o prato para você. Você aprende as manhas e, quando ficar craque, já pode fazer do seu jeito.


Endereço: Rua da Glória, 111 - 1º andar - Sala 13 - Mapa
Fone: 11 3106-4067

Horário: Jantar até às 22h. Fechado às quartas-feiras.

Preço: R$ 20,00 por pessoa (sukiyaki, chá e serviço)

Site: não possui

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Paellas Pepe


Existem vários restaurantes espanhóis famosos em São Paulo, como o La Coruña ou o Don Curro. Porém, adivinhem quanto custa comer uma paella em algum deles... Numa busca pela iguaria espanhola à um preço mais acessível, acabamos encontrando o Paellas Pepe, uma surpresa muito agradável. Em uma casa no Ipiranga, a paella é preparada às sextas, aos sábados e domingos. A casa trabalha somente com reservas. Dependendo do número de pessoas, a paella é preparada em maior ou menor quantidade. Em duas grandes panelas no meio das mesas, o prato é cozinhado lentamente, aos olhos dos clientes que, enquanto esperam, bebem uma refrescante sangria. Quando finalmente fica pronta (YES!), o sino é tocado e os famintos clientes formam uma fila para se servir.



É isso, paella à vontade pela honesta quantia de R$ 30,00 por pessoa. Imperdível. Ambiente super agradável, comida espetacular e cabe no bolso. Confiram.

Endereço: Rua Bom Pastor, 1660 – Ipiranga/SP - Mapa
Horário: Sextas das 19h30 às 24h, Sábados das 12h às 16h e 20h às 24h e Domingos das 12h às 16h.
Preço: R$ 40,00 (paella à vontade, sangria e serviço)
Site: http://www.paellaspepe.com.br/