domingo, 9 de maio de 2010

Lamen Kazu

Todo mundo conhece o lamen, macarrão japonês que ficou eternizado em forma de miojo. Mas calma que a coisa aqui não tem NADA a ver com miojo.

Essa casa, dos mesmos donos do delivery Bistro Kazu, é especializada em lamen, assim como diversas outras casas da Liberdade. As opções tradicionais são todas feitas em caldo quente, à base de shoyu ou de missô, muito adequadas para noites frias. Eles também tem algumas opções do macarrão gelado, para os dias de verão.

Os lamens com caldo à base de shoyu geralmente tem um sabor mais suave, enquanto os de missô agradam aqueles que gostam de um sabor mais intenso, um pouco mais salgado. É fácil de ver a diferença pelas fotos. Enquanto o Shoyu Lamen tem o caldo quase transparente...


... o de missô tem um caldo mais consistente:




Ambos são uma delícia, suaves e leves como quase tudo que a culinária japonesa nos oferece.

A casa é muito bonitinha e bem iluminada, mas também é pequena. Nossa visita foi num domingo à noite, e estava bem tranquila, mas imagino que nos almoços de sábado fique cheia, como a maioria dos sushis, bentôs, lamens, sobás, feirinhas e tudo mais que tem naquela região.

Dica final deste post: não coma miojo. O treco tem 380 calorias e 83% do sódio que você precisa em um dia. Aproveite as dicas deste blog e seja muito mais feliz!

Endereço: Rua Tomáz Gonzaga, 51 - Liberdade mapa
Fone: (11) 3277-4286
Horário: Aberto todos os dias. Almoço das 11h às 15h. Jantar das 18h às 22h, exceto aos domingos, que fecha às 21h
Preço: Cerca de R$30 por pessoa
Site: www.lamenkazu.com.br

Tenda do Nilo

A primeira coisa que você precisa fazer antes de ir no famoso restaurante árabe, em um almoço de sábado, é olhar no relógio. Se for depois do meio-dia e meia, esqueça, ou prepare-se para esperar pelo menos 40 minutos. A pequena casa, de só 25 lugares, dá motivos para acordar cedo.

A primeira dica é o kibe frito, que a Dona Habibe (nosso apelido carinhoso para a Dona Olinda, uma das donas) sempre recomenda aos clientes novos. Ele tem um recheio bem molhadinho, cheio de cebolas, um ótimo começo. As esfihas de carne (só fechadas) também são ótimas, com bastante gostinho da pimenta síria.

A dica de prato principal é o Fatte (pão árabe torrado, carne com grão de bico, coalhada fresca, alho e castanha fritos na manteiga), um prato bem diferente do que estamos acostumados nos árabes por aí.




Enquanto espera, entretenha-se tentando acreditar como 3 pessoas (entre elas a outra dona, irmã da Dona Habibe, chama-se Xmune) conseguem, espremidas, fazer os pratos numa cozinha MINÚSCULA. Peça sem medo qualquer dos itens mais conhecidos do cardápio: Falafel, charutinhos ou o ótimo trigo com costela. Se for sua primeira vez, não gaste a barriga com as pastas, o resto é bem melhor.

E de sobremesa, a muito premiada Mil e Uma Noites, uma sobremesa muito diferente de tudo o que você já comeu. É um bolo de semolina, com muito creme e água de flores. Peça um para dividir, pois é bem grande! Vale as calorias.

Outras dicas muito importantes: se você não tem Visa débito, leve dinheiro. A casa não aceita nenhum outro cartão e nem cheque (nem adianta chorar). E tente ir sem carro, é péssimo de estacionar nos arredores e, óbvio, não tem estacionamento.

Endereço: Rua Cel. Oscar Porto, 638, esq. com a R. Abílio Soares - Paraíso
mapa
Fone: (11) 3885-0460
Horário: seg à sex 12h às 15h30, sábados 12h às 15h45
Preço: cerca de R$ 35 por pessoa
Site:
http://www.tendadonilo.com.br/

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Etiqueta no Sushi Bar

Já que estamos na vibe comida japa, resolvi traduzir esse infográfico que me mandaram algum tempo atrás. Algumas gafes eu nunca tinha ouvido falar, mas raspar os hashis e afogar o niguiri no shoyu é bem comum de ver por aí!



Pra ver a imagem em tamanho grande, clique aqui.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Mugui

É, percebe-se que gostamos MUITO de comida japonesa. E sempre que algum amigo vem pedir dicas de restaurantes japoneses (de verdade), eu pergunto:

- Quer comer sushi ou pratos quentes?

Quando a segunda opção é escolhida, eu abro um sorriso e não hesito: Mugui. Tenho um laço afetivo com esse lugar faz algum tempo. Meu avô adorava almoçar lá e acabou ficando amigo do falecido "Seu Anésio", dono da casa. Hoje, quem toca o negócio e mantém o padrão é a mulher dele. Me enche de alegria ver bom movimento por lá sempre que apareço.

A comida tem um tempero muito caseiro e uma simplicidade cativante. O cardápio tem pratos pra todos os gostos e principalmente, pra todas as estações. Mas lembre-se: não existe peixe cru por lá!

Nessa época de calor, as boas pedidas são o Hiyashi Chuka - um macarrão servido gelado num caldo super leve à base de shoyu - e o meu preferido, abaixo:




O Zaru-Ten é um macarrão macrobiótico servido frio ou à temperatura ambiente com um caldo um pouco mais temperado, acompanhado de uma porção de tempurá que você mergulha no mesmíssimo caldo do macarrão. Você pode acrescentar se desejar, cebolinha, nabo ralado, gengibre e wasabi ao caldo. Sempre que peço, deixo sobrar um tanto do macarrão e do caldo e guardo pra comer gelado na manhã do dia seguinte. É acordar de bom humor na certa!

Quando o clima está mais frio, a coisa até melhora! O "Care Raissu" (jeito japa de falar curry-rice) deles é bem recomendado pra quem curte o sabor do curry. Servido com arroz, fukujinzuke (uma conserva de legumes adocicada) e um ovo frito.



Este é delicioso! é o Niku Domburi, uma tigela com arroz embaixo e carne com legumes num molho em cima.

E pra quem quiser ficar no macarrão o ano todo, o Yakisoba deles é, segundo meu irmão, o melhor de São Paulo. Sem falar no Nabeyaki Udon (macarrão de arroz com lombo de porco, ovo, legumes e tempurá, num caldo suave), que esquenta até a alma.

O Mugui definitivamente é um lugar que eu poderia almoçar todos os dias. Nunca deixe de pedir o inigualável Gyoza de entrada e o pavê de sonho de valsa de sobremesa! Esse último vez ou outra ta em falta, mas vale perguntar por ele.

O Mugui fica no mesmo prédio e exatamente em frente ao Sukiyaki House, que já sugerimos anteriormente.

Endereço: Rua da Glória, 111 - 1º andar - Sala 11 - Mapa
Fone: 11 3106-8260
Horário: Seg a Sáb, almoço até 14h30 e jantar até 22h
Preço: R$ 25,00 por pessoa
Site: Não possui

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Kinoshita

Foi nossa segunda visita a um dos japoneses mais famosos de São Paulo (e mais caros também). Da primeira vez, sentamos no balcão e ficamos tímidos para tirar fotos. Mas esta visita foi mais interessante: tínhamos uma vegetariana à mesa, o que talvez pudesse tornar as coisas mais difíceis para o restaurante na nossa pedida de menu degustação. Mas não foi o caso.

O chef Murakami é um poço de simpatia. A todo momento, ia até a nossa mesa, perguntava se tudo estava indo bem. Até no serviu, pessoalmente, uma porção de missoshiru entre os pratos, "receita de família", como ele mesmo salientou.

Começamos com um Nihon Gazpacho: legumes, maçã, missô e ovas de bacalhau e ouriço. Refrescante, um bom começo. As ovas são aquelas que explodem na boca. A versão vegetariana vinha sem as ovas!


Depois, veio um Nametaki no dashi servido no limão, um cogumelo que parecia um shimeji, com gosto mais forte. A dica era pegar gominhos do limão com a colherinha para comer junto.


Em seguida, o meu predileto: maguro (atum) com foie gras. "Enrole tudo junto, passe no molhinho que está no canto do prato, e coloque na boca", a recomendação do garçom (todos muito bem treinados, por sinal). Textura e sabores perfeitos.


Quarto prato, uma beringela ao shoyu e gengibre, com katsuobushi (lascas de peixe bonito desidratado).


E claro, não podiam faltar os sushis. Para comer com a mão, molhando só o peixe no shoyu da casa, bem mais claro e suave do que aquele que estamos acostumados.



A versão vegetariana foi criativa, com muitos legumes. O mais legal disso foi ouvir da pessoa que estava conosco: estou achando ótimo, pois sempre me senti excluída quando vocês vão comer sushi. Viram? Comida com sentimento de inclusão social. Olha aí os sushizinhos vegetarianos:


Depois, um tempurá. Ótimo, sequinho, saboroso, mas enfim, um tempurá.


Depois, uma delícia que havíamos comido na primeira visita e pedimos bis: filet mignon empanado com molho de mostarda. Muito simples, mas delicioso. O filet vermelhinho por dentro, a casquinha crocante. Aliás, foi o único prato que se repetiu nas duas visitas, e só porque pedimos. O menu é bem rico e variado.



Pra finalizar, a sobremesa. Brownie de chocolate com castanhas do pará, sorvete de lichia, flan de chá verde e um crocante de chocolate branco, com moranguinhos para finalizar.


Enfim, o menu degustação do Kinoshita é caro, mas, como tantos outros restaurantes em São Paulo, vale MUITO a pena em uma ocasião especial. Dá para ir em ocasiões menos especiais, para comer à la carte. Um sukiyaki para duas pessoas custa cerca de R$ 100.

Também vale ler a história do restaurante no site oficial, e fuçar no cardápio para dar água na boca.

Endereço: Rua Jacques Félix, 405 - Vila Nova Conceição mapa
Fone: (11) 3849-6940
Preço: à la carte, aproximadamente R$ 150 o casal. Menu degustação, uns R$ 250 por pessoa
Site:
http://www.restaurantekinoshita.com.br/

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Restaurant Week 2009 #8 - Pé de Manga


Não escolhemos ir ao Pé de Manga. Fomos convidados por alguns amigos de última hora, demos uma olhada no cardápio (agradou) e fomos. Ao chegar lá, tivemos uma surpresa agradável: o lugar tem um jardim lindo, as mesas ficam entre as árvores, espaço amplo e, o melhor de tudo: PODE FUMAR. Notem o quanto isso fez minha noite mais feliz, depois de algumas semanas de lei anti-fumo. É claro que se cigarro não for a sua praia, você pode se sentar do lado de dentro, onde também tem bastante espaço, ou conviver harmoniosamente com os colegas fumantes, já que o lugar é ao ar livre mesmo.

Fonte: oyo.com.br - Não tiramos fotos, era escuro demais =(

Enfim, falando agora de comida, o menu do Restaurant Week foi, digamos, justo. A entrada era ok, uma salada de folhas com torradas com brie para mim, um tartar de salmão para ele. Os pratos principais eram gostosos, apesar de um pouco frios. Eu comi um filet mignon com risoto de pupunha e molho de mostarda dijon, ele comeu um cordeiro com geléia de hortelã e batatas. Bom, apenas bom. A sobremesa deixou bastante a desejar: um suposto mil folhas de maçã, que de mil folhas não tinha nada (era tipo 1 ou 2 folhas), nem de maçã (parecia bem um chuchu).

O atendimento também deixou um pouco a desejar. Como estávamos bebendo e conversando, até que não sentimos muito, mas tudo que pedíamos demorava bastante.

O Pé de Manga vale pelo ambiente (principalmente se você for fumante), e pela companhia, como todo belo bar. Talvez eles até tenham alguma vocação gastronômica, mas ainda precisam atentar para alguns detalhes importantes. Devo voltar lá, mas mais pela cerveja Norteña acompanhada do cigarro do que pela comida. Da próxima experimento uns petiscos (eles tem sandubas com os nomes dos Beatles, pedida certa!).

Endereço: R. Arapiraca, 152 - Vila Madalena (em frente ao famoso Astor) mapa
Fone: (11) 3032-6068
Horário: Seg a qui, 18h às 2h. Sex e sáb das 12h às 02h. Domingo das 12h à 0h.
Preço: Preço de bar carinho, se for só beber, uns R$30 e poucos. Se for comer, o dobro pra mais.
Site: http://www.pedemanga.com.br

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Restaurant Week 2009 #7 - Porto Rubayat

Infelizmente, foi a prova do que dissemos no post anterior. Ao invés de criarem um menu, pensarem em algo legal pro festival, promover a experimentação, eles fizeram um buffet. Me senti como em um dos restaurantes por quilo que como todos os dias pelo Itaim.

A comida? Muito boa! Tinha um atum marinado maravilhoso e um salmão defumado divino também, mas não passou muito disso. Abobrinha temperada, salada de berinjela e um interessante confit de atum com tomate e abacate.

Os quentes deixaram bastante a desejar. A paella estava insossa (perdeu feio pra Paella's Peppe) e o macarrão com tinta de lula estava duro. Havia mais opções que talvez nos surpreendessem quando fôssemos pegar o segundo prato, mas não foi possível.

É óbvio que todo mundo queria pagar 30 reais pra comer numa das melhores casas de frutos do mar de São Paulo. O resultado foi esse:




A fila continuava à direita da foto até a parede do restaurante (isso por volta de meio dia e meia). Só nos restou ir para a mesa de sobremesa, repleta de frutas, um docinho de amêndoas sem graça e um maravilhoso pudim de leite, que gerou toda uma enquete na mesa pra ver se a preferência era por pudins "lisos" ou "com furinhos".

A experiência como um todo não passou de nota 6. Muita demora pra pegar a comida, ainda mais em pé. Nenhuma vantagem em ser buffet, já que é impossível repetir por causa da fila. A menos que você faça 2 horas de almoço. A solução seria perder a vergonha e fazer o "prato de pedreiro" (sem ofensas :P) que estamos acostumados quando vamos no quilinho da esquina.

Veja as informações do Porto Rubayat no Restaurant Week aqui.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Restaurant Week 2009/2




Adiem os regimes em 2 semanas. O Restaurant Week voltou. E voltou maior do que nunca! São 202 restaurantes participando desta vez!

Graças a um ilustre leitor do blog, pudemos participar do evento de inauguração do Festival, com direito a comes, bebes, música e um tanto de glamour que não estamos acostumados. Deu pra ver que a coisa vai ser grande e que mais do que nunca, as reservas serão imprescindíveis!

Pra quem nunca participou, Marcel, Shintori, e Capim Santo são alguns que considero imperdíveis. Entre os (um pouco) menos badalados, Obá, Tandoor e Tarsila também merecem atenção.

Desaconselhamos franquias como T.G.I. Friday's, P.J. Clarcke's e Rascal, afinal, o legal é provar coisas diferentes! Esses lugares terão todos os dias os mesmos cardápios, então dá pra voltar neles em outras ocasiões. Usem o festival pra expandir um pouco o repertório de temperos!

Não tenham medo do Nakasa Sushi ou do Shintori por serem japoneses. São japoneses de verdade e, se você está acostumado com "rodízio de sushi de 28 reais sem repetição de shimeji (e outras baboseiras mil)", vá sim a um japonês de qualidade e veja a diferença entre o sushi brasileiro e o sushi japonês.

Uma coisa que se mostrou uma tendência nas últimas edições do festival, foi o tamanho do restaurante. Os grandes e famosos tendem a fazer cardápios simples e até, de certa forma, destratar os que optam pelo menu promocional. Já os pequenos, tendem a ver o festival como uma grande oportunidade de mostrar o que têm de melhor pra ganhar novos clientes. Estes costumam apresentar um cardápio muito singular e um serviço digno de quem quer que você volte sempre.

Visite os respectivos sites, telefone e pergunte! Pode-se saber muito pela forma como você é tratado pelo telefone ao perguntar da promoção!

O Restaurant Week começou!
Sirvam-se à vontade.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Tetsuya's

Aquele que vos escreve hoje esteve de férias durante todo o mês de Abril. Tive o inenarrável prazer de conhecer um pouco da Austrália. Como não podia deixar de ser, quis saber como era a culinária local. Fiquei bobo ao ouvir de um genuíno australiano "é, nós não temos um prato típico". E é verdade...talvez, não ter uma comida própria os faça aceitar de peito aberto tantas outras cozinhas, como indiana, chinesa e tailandesa (extremamente comuns por lá). É diferente daqui. Os restaurantes japoneses daqui tiveram que, em sua maioria, se "abrasileirar" pra agradar ao nosso modo de comer (vide o tanto de rodízio de sushi por aí e o tanto de lugares que servem um udon).

Enfim, já que não pude provar o prato típico australiano, quis ir ao "melhor restaurante australiano". Segundo os rankings internacionais, ele é o Tetsuya's. Já ocupou o 5º lugar, apesar de hoje estar em 17º do mundo (à frente do nosso querido DOM). O chef é um japonês que foi pra Austrália aos 22 anos sem nenhuma bagagem gastronômica. Por lá, começou a trabalhar em alguns restaurantes como ajudante e acabou recebendo treinamento de técnicas da culinária francesa.


O menu degustação foi de 13 pratos. Todos eles com ingredientes muito particulares da Austrália. E é exatamente aí que mora a cozinha típica! Eles têm ingredientes que nenhum outro lugar tem. O problema é que eles só aprenderam a fazer batata, bacon e ovos...
O primeiro prato já disse tudo: Ostras-bebê da Tasmânia marinadas. Nunca fui fã de ostras, mas essas estavam incrivelmente macias e saborosas. Sem dúvida, uma das melhores coisas que já comi! Entre tantos outros pratos, aparece finalmente, o prato "assinatura" do Tetsuya: o Confit de Truta Oceânica da Tasmânia com algas e sal marinho sobre uma cama de nabo e maçã verde.


Pra quem nunca ouviu falar de um confit, trata-se de uma técnica de cozimento. A ideia, é cozinhar algo na própria gordura ou em azeite durante muito tempo e em baixas temperaturas (menos de 60ºC). Dessa forma, apenas algumas propriedades do alimento são alteradas.

A textura dessa truta era de peixe cru, mas seu sabor tinha toques de cozido, ora defumado. Essa combinação de textura/sabor foi algo incrível pra mim. Completamente inédito na minha biblioteca gustativa.

Completamente lotado ao final dos 13 pratos, paguei a obviamente salgada conta e não pude deixar de pensar que o pior de tudo, é pagar esse absurdo por um jantar e ainda saber que valeu à pena!! O Tetsuya's é um ponto turístico para os amantes da gastronomia tão importante quanto a Opera House. Serviço impecável, excelente carta de vinhos (a adega deles foi avaliada em 2 milhões de dólares australianos) e um chef extremamente criativo munido de ingredientes únicos.
Se estiverem lá para aqueles lados, não deixem de salvar um dinheiro a mais pra esse jantar. É imperdível.

Endereço: 529, Kent Street - Sydney - NSW - mapa
Fone: +61 2 9267-2900
Horário: Das 19h às 21h (recomenda-se 3 semanas de antecedência na reserva)
Preço: Menu Degustação sem vinho: aprox. R$285,00 (dependendo do câmbio)
Site:

www.tetsuyas.com

segunda-feira, 18 de maio de 2009

The Salad Bar

Depois do Restaurant Week, e muitos quilos a mais na conta, estamos em busca de bons lugares para comer uma bela saladinha, para voltar à boa forma.

O primeiro que encontramos é uma novidade na cidade: o The Salad Bar. Aberto há pouco mais de um mês, a simpática casa nos Jardins oferece tudo o que precisávamos na nossa vibe de desintoxicação: um ambiente super agradável, com uma varandinha arborizada, e a parte interna bem rústica, com tijolos aparentes, e um enxuto menu de delícias quase sempre saudáveis. A pedida, como o nome da casa já anuncia, é a salada. Você pode escolher uma das opções do menu, ou então montar a sua (muito mais legal). Como na maioria dos lugares de saladas aqui de São Paulo, você escolhe uma base de folhas, e adiciona 5 ingredientes e um molho. O diferencial dessa é o tamanho: um bowl gigante cheinho! Se não estiver com muita fome, dá até para dividir em dois. Aliás, pedindo uma porção de bruschetta para acompanhar, é comida de monte! Eles também servem sopas no pão, uma ótima pedida para o inverno.

O risotto, com a pontinha do bowl gigante de salada ao fundo. Na nossa próxima visita, vou tirar uma foto do bowl pra colocar aqui! É grande MESMO!


O atendimento é outro diferencial da casa. Funcionários extremamente simpáticos, que conhecem o cardápio de trás para frente, e sugerem para os novatos as melhores pedidas da casa. Foi o garçom que nos sugeriu o risoto de shitake com brie, em uma cestinha de queijo parmesão. Foi ele também que nos sugeriu o delicioso suco de melancia, 'já famoso na região' (palavras dele!), sem açúcar mas incrivelmente doce!

Enfim, voltaremos com certeza, para almoços light de sábado. Recomendado!

Endereço: Alameda Jaú, 1372 - Jardim Paulista mapa
Fone: (11) 3061-5765
Horário: Não informa no site e esquecemos de perguntar! Mas sábado no almoço está aberto
Preço: Salada R$ 19,90. Risotto R$ 24,90. Sopas no pão: R$ 14,90. Suco de melancia: R$ 7,00

Site: www.thesaladbar.com.br (em construção, não tem nenhuma informação. Aliás, único ponto negativo! Coloquem este site online rápido!)